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'Putin estava correto': quem pode reconstruir a Síria

© AFP 2021 / GEORGE OURFALIANTropas governamentais sírias avançam em Khan-Tuman, bairro leste de Aleppo, Síria, 25 de outubro de 2016
Tropas governamentais sírias avançam em Khan-Tuman, bairro leste de Aleppo, Síria, 25 de outubro de 2016 - Sputnik Brasil
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Nenhum país por si mesmo pode reconstruir a Síria, um país devastada pela guerra, que dura já quase seis anos, opinou um especialista ao portal de notícias russo Gazeta.ru.

Abdullah al-Dardari é ex-vice-premiê da Síria e exerce o cargo de secretário executivo da Comissão Econômica e Social da ONU para a Ásia Ocidental.

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Segundo ele, o presidente russo Vladimir Putin "está correto ao dizer que a reconstrução e financiamento do Oriente Médio deve ser a prioridade para a comunidade internacional." 

Ele destaca, para além disso, que é necessário que todos os países compreendam a responsabilidade, já que "não há um único país, seja os Estados Unidos, a Arábia Saudita ou a China que possam restaurar a região por si mesmo".

O responsável da ONU destacou também que o dano causado à Síria pela guerra é estimado em cerca de 350 bilhões de dólares.

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Lembramos que, nos finais de outubro, o presidente russo sugeriu que a comunidade internacional crie um programa abrangente de longo prazo para a restauração do Oriente Médio, gravemente afetado por conflitos internos e externos. Vladimir Putin comparou o possível novo plano com o Plano Marshall, a iniciativa de assistência econômica que ajudou restaurar a Europa após a Segunda Guerra Mundial.

Abdullah al-Dardari, na conversa com Gazeta.ru, explicou também por que o tópico deve ser considerado agora, ainda no âmbito do processo de negociações:

"Os participantes do conflito devem compreender que a vitória militar ou política no conflito sírio não será suficiente. Se houver um único vencedor na Síria, ele terá que pagar por tudo. Ele assumirá o ônus da responsabilidade econômica pelo ressurgimento do país", observou. "Por isso, tem que ser um processo abrangente que una todas as partes interessadas".

O especialista destaca que, embora o dano já tinha sido avaliado, a escala real de destruição continua pouco clara.

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