Governo da Argentina responderá à ONU nesta sexta sobre situação da ativista Milagro Sala

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Ativista está cumprindo prisão domiciliar desde janeiro por protestar pedindo moradias populares; ONU considerou a ação "arbitrária".

Manifestação em Buenos Aires pela libertação de Milagro Sala - Sputnik Brasil
ONU solicita à Argentina libertação imediata de Milagro Sala
O governo da Argentina responderá nesta sexta à solicitação do grupo de trabalho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) para que a ativista Milagro Sala seja libertada do cárcere que já ultrapassa 300 dias.

A confirmação foi dada pelo presidente do país, Maurício Macri durante uma coletiva de imprensa realizada com o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau.

Prisão contestada

Líder da organização Tupac Amaru, que luta por moradias populares no estado de Jujuy (noroeste da Argentina), Milagros está presa em casa desde 16 de janeiro, depois de uma operação policial criticada internacionalmente. A justificativa oficial é a de que a ativista estaria "pertubando a ordem social" e "obstruindo vias".

À época ela liderava um acampamento na praça em frente ao palácio do governo, exigindo uma audiência com o governador Gerardo Morales para pedir a construção de mais moradias populares. Várias autoridades, entre elas o Papa Francisco, já intercederam junto a Macri pela libertação dela. No final de outubro, a ONU considerou a prisão arbitrária e pediu a libertação de Milagros.

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