Rússia é acusada de relançar ataques de hackers depois da vitória de Trump

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O canal de televisão americano NBC anunciou que os hackers russos retomaram sua campanha em grande escala contra os EUA, imediatamente depois da vitória de Trump nas eleições presidenciais, tentando saber o que irá significar tal resultado para Moscou.

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Foi referido que os novos ataques foram realizados pelo grupo de hackers Cozy Bear, que as autoridades americanas suspeitam de arrombamento dos sistemas informáticos do Comitê Nacional do Partido Democrata, da Casa Branca, do Departamento do Estado e do Estado-Maior Conjunto.

Segundo os especialistas em segurança cibernética, a Rússia está interessada em qualquer informação que a ajude a definir a direção da política externa dos EUA e seus atores principais.

"Eles querem esclarecer com antecedência o que está acontecendo, antes de isso virar política ou lei", pensa Steven Adair, fundador da empresa Volexity. Os funcionários desta empresa foram os primeiros a anunciar a ameaça à segurança cibernética depois das eleições.

Na opinião de Adair, o mais provável é que os hackers tenham planejado os ataques independentemente de qual o candidato que fosse vencer, mas tentaram se concentrar nas pessoas que poderiam ocupar lugares importantes na administração Trump.

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Durante a recente campanha eleitoral nos EUA, foi precisamente o canal NBC quem divulgou a declaração do vice-presidente Joe Biden sobre a intenção de Washington de responder "no devido tempo" e "com o máximo efeito" aos ataques cibernéticos dos quais os EUA acusam a Rússia. Citando fontes dos serviços de informações americanos, o canal afirmou que a Agência Central de Inteligência (CIA) está preparando um ataque cibernético inédito para atacar a liderança da Rússia.

As autoridades dos EUA e os políticos americanos nunca provaram suas acusações de envolvimento da Rússia nos ataques alegadamente para influir nos resultados das eleições nos EUA.

O presidente russo, Vladimir Putin, rejeita estas acusações apontando que os dados da sede da ex-candidata presidencial Hillary Clinton, que vazaram na Internet, não representam nenhum interesse para a Rússia, mas esta histeria é alimentada para distrair a atenção do seu conteúdo.

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