Kremlin responde à nota de protesto ucraniano sobre visita de Putin à Crimeia

© Sputnik / Valery Melnikov / Abrir o banco de imagensPresidente russo Vladimir Putin participa da sessão plenária do Fórum da Ação. Crimeia, Yalta, Rússia, 26 de outubro de 2016
Presidente russo Vladimir Putin participa da sessão plenária do Fórum da Ação. Crimeia, Yalta, Rússia, 26 de outubro de 2016 - Sputnik Brasil
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O presidente russo, Vladimir Putin, tem o direito de visitar quaisquer regiões da Rússia, inclusive a Crimeia, disse o porta-voz do líder russo, Dmitry Peskov, comentando a nota de protesto da parte ucraniana relacionada à viagem de Putin à Crimeia.

"A Ucrânia, tradicionalmente, protesta. Nós, tradicionalmente, não prestamos atenção a estes protestos. Porque o presidente visita as regiões da Rússia que quiser. É um assunto interno da Rússia. Isso não cabe a nenhum país, inclusive a Ucrânia", disse Peskov aos jornalistas.

Presidente russo Vladimir Putin durante o fórum de investições Russia Calling!, Moscou, Rússia, 12 de outubro de 2016 - Sputnik Brasil
Ucrânia protesta novamente contra visita de Putin à Crimeia
Durante a visita à península, Putin participou de sessão plenária organizada pelo fórum do partido Frente Popular russo, realizada em Yalta. Não é a primeira vez que o presidente visita a península. Em setembro, Vladimir Putin realizou uma reunião com o Conselho de Estado na Crimeia que teve como meta principal o desenvolvimento do sistema de transportes no sul da Rússia. Já em agosto deste ano, ele participou do fórum juvenil russo Tavrida e discutiu com o Conselho de Segurança da Rússia em uma reunião realizada na península.

A Crimeia voltou a fazer parte do território russo após referendo realizado depois do golpe de estado na Ucrânia. Mais de 95% dos residentes da península votaram pela reunificação com a Rússia.

A Ucrânia ainda considera a Crimeia como parte do seu território, mas, ao mesmo tempo, como território ocupado. As autoridades russas repetidamente sublinharam que residentes da península votaram pela adesão à Rússia de forma democrática, de acordo com o direito internacional e a Carta da ONU. Segundo Putin, o assunto da Crimeia está fechado de "forma definitiva".

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