Ministério da Defesa filipino: país pode prescindir da ajuda militar americana

© AFP 2022 / TED ALJIBEMilitar filipino durante treinamentos em Manila, 15 de setembro de 2016
Militar filipino durante treinamentos em Manila, 15 de setembro de 2016 - Sputnik Brasil
Nos siga noTelegram
O ministro da Defesa das Filipinas disse que as Forças Armadas do seu país serão capazes de se passar sem ajuda militar dos EUA, caso a cooperação com os EUA seja minimizada, informa a agência Reuters.

Presidente filipino, Rodrigo Duterte na cúpula em Laos, 8 de setembro de 2016 - Sputnik Brasil
Filipinas estudam compra de armas à Rússia e China, para serem 'independentes' dos EUA
As Filipinas pretendem adquirir armamento à China e à Rússia, e, entre os militares, não se observa uma reação negativa às promessas do presidente Rodrigo Duterte de reduzir a cooperação com os Estados Unidos, disse na sexta-feira o ministro da Defesa do país, Delfin Lorenzana.

"A ajuda técnico-militar americana na verdade não é assim tão grande. Nós podemos pedir ao congresso mais 50-100 milhões de dólares para compensar a falta da ajuda americana. Podemos viver sem ela", disse Lorenzana, citado pela Reuters.

O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, já havia falado da probabilidade de redução da cooperação técnico-militar com os EUA.

Soldados filipinos durante exercícios navais conjuntos com EUA - Sputnik Brasil
Exercícios militares conjuntos dos EUA e Filipinas podem ser os últimos?
Duterte é conhecido pelos seus insultos aos líderes mundiais. Assim, antes da cúpula do G20 na China, ele chamou o presidente dos EUA Barack Obama de "filho da p***" devido a informações de que o líder americano pretendia abordar durante o encontro a morte de mais de 2 mil pessoas nas Filipinas, na sequência da luta contra a criminalidade neste país.

De acordo com a polícia, desde a chegada de Duterte ao poder no país foram mortas cerca de 2,4 mil pessoas relacionadas ao tráfico de drogas. Duterte continua insistindo na continuação de uma política dura em relação ao trafico de drogas, dando a entender que está pronto a sacrificar suas relações com os EUA, se Washington não parar de criticar o seu jeito de combater a droga no país.

Feed de notícias
0
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала