'Tal agenda levará EUA a uma catástrofe'

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A candidata à presidência norte-americana do Partido Democrata, Hillary Clinton, tem estado tão envolvida em ataques contra a Rússia que parece ter esquecido que o seu oponente principal é Donald Trump, informou o jornal The Washington Times.

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As acusações em relação ao presidente russo Vladimir Putin dominam as declarações de Clinton. Ficamos com a impressão de que a demonização de Moscou é um trunfo pré-eleitoral, destaca o autor da matéria para o The Washington Post.

Se antes Clinton tentava mostrar que estava lutando contra uma grande conspiração das forças de direita no país, agora ela considera que a principal ameaça é "a astuciosa conspiração internacional encabeçada por Moscou". Os que se manifestam a favor de Clinton estão seguros de que foi a Rússia que organizou o vazamento de correio privado de Clinton e pensam que a Rússia pode influenciar os resultados das presidenciais, invadindo o sistema informático de votação.

Os apoiantes mais apaixonados de Clinton afirmam mesmo que a sua indisposição no dia de aniversário dos atentado de 11 de setembro de 2001 não foi acidental mas sim obra de "agentes russos" que alegadamente tentaram envenená-la, comunicou a publicação.

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Podemos simplesmente ignorar tais teorias, mas é evidente que Clinton e os seus apoiantes projetam nos outros aquilo que os caracteriza a si próprios.

Lançando tais intrigas, Clinton envolve-se num jogo muito perigoso e pouco razoável, empurrando os norte-americanos para um caminho de guerra, sublinhou o autor da matéria.

"A agenda de Clinton levará aos poucos os EUA a uma catástrofe. Ela não possui nem sensatez, nem profissionalismo, nem bom senso. Apesar de todos os seus excessos retóricos, Donald Trump se concentra mais nos interesses dos americanos".

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