Então, o que fazem lá? Obama afirma que EUA não vão ser 'policiais' no Oriente Médio

© AP Photo / Pablo Martinez MonsivaisBarack Obama e líderes de vários países árabes do golfo Pérsico durante encontro em Camp David
Barack Obama e líderes de vários países árabes do golfo Pérsico durante encontro em Camp David - Sputnik Brasil
Nos siga noTelegram
O presidente dos EUA Barack Obama afirma que o seu país não deve ter funções policiais nos países que apoia, como o Afeganistão, o Iêmen, o Iraque ou a Somália.

"Enfrentamos desafios que não só no Iraque e Afeganistão, mas também na Líbia, Iêmen, Somália, em outras partes do mundo. Não teremos a possibilidade de fazer um controle policial aí… Nunca teremos bastantes tropas, nunca teremos orçamento suficiente para simplesmente gerir e vigiar todas as pessoas nestes países", disse Obama durante o encontro com militares, transmitido pelo canal de televisão CNN

Representante oficial do Departamento de Estado dos EUA, Mark Toner - Sputnik Brasil
EUA: interesse cauteloso em manter contato com a Rússia sobre Síria
Obama acrescentou que, apesar de os EUA estarem prontos a serem parceiros destes países, eles devem "assumir a responsabilidade" não só pela sua segurança, mas também pela criação de condições para que o extremismo e radicalismo "não constituam a melhor escolha para os jovens". 

"Agora são demasiados os países cujas ações não são suficientes. É por isso que estamos juntando medidas militares com diplomáticas, com investimento em escolas… Se ajudarmos a criar escolas, ensinar melhor as crianças, criar empregos, desenvolver a produção dos agricultores – isso é uma parte da agenda da nossa segurança nacional", sublinhou Obama.

Os EUA lideram desde 2014 uma campanha militar na Síria e no Iraque da coalizão internacional contra o terrorismo, em particular, contra o Daesh.

Feed de notícias
0
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала