Almaz-Antey: equipe internacional de investigação sobre MH17 não tem provas técnicas

© Sputnik / Andrei SteninBuscas no local da queda do avião Boeing do voo MH17
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O representante do consórcio Almaz-Antey informa que seu grupo realizou três testes da situação de queda do Boeing do voo MH17, e todos os testes provam que o lançamento de mísseis do sistema Buk foi feito a partir da área da localidade de Zaroschenskoe, que naquele tempo era controlada pelo exército ucraniano.

Equipe de Investigação Conjunta (JIT) declara que sistema de mísseis Buk, com que foi abatido o avião MH17 em 2014, foi trazido do território da Rússia.

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O avião que fazia o voo MH17 caiu com 298 pessoas a bordo no dia 17 de julho de 2014 no Leste da Ucrânia, quando seguia para Kuala Lumpur a partir de Amsterdã, não deixando sobreviventes. A Ucrânia e a República autoproclamada de Donetsk se têm culpado mutuamente da derrubada do MH17.

A maioria das vítimas eram cidadãos holandeses. Por isso, o país foi escolhido para chefiar o grupo internacional de investigação do acidente.

"Os resultados apresentados hoje pelo grupo de investigação internacional não tem base técnica suficiente para afirmar que a Rússia esteja de qualquer forma envolvida no abatimento do avião Boeing no verão de 2014", disse o conselheiro do consórcio Mikhail Malyshevsky.

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A representante oficial do MRE da Rússia Maria Zakharova condenou, por sua vez, os resultados da investigação realizada pela equipe internacional. Segundo ela, estes resultados mostram que o inquérito foi preconcebido.

“As conclusões da promotoria holandesa mostram que o inquérito foi preconcebido e politizado”, disse a diplomata.

A representante do MRE expressou a esperança que a situação mude quando o grupo de investigação conjunta estudar os dados primários dos radares entregues pelo lado russo.

"Qualquer especialista sabe que os dados primários dos radares são uma prova autêntica", disse Zakharova.

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