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Petrobras quer reduzir dívida pela metade até o fim de 2018

© Tânia Rêgo/Agência BrasilPetrobras sede
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O programa estratégico da Petrobras para os anos de 2017 a 2021 foi apresentado nesta terça-feira (27) ao presidente Michel Temer, pelo presidente da estatal, Pedro Parente.

O objetivo do plano é reduzir o déficit da Petrobras pela metade já nos primeiros dois anos da ação, ou seja, até 2018, permitindo que a estatal volte a crescer nos três anos seguintes. Dessa forma, no fim do período, a empresa deve produzir 3,4 milhões de barris de óleo e gás por dia, o que a colocaria entre as maiores do setor. 

"A empresa tem uma dívida total que supera aos US$ 120 bilhões, dívida bruta, quando a gente desconta o caixa da empresa naturalmente cai, mas isso representa uma dívida que é cinco vezes a nossa geração de caixa anual e, para ter uma empresa que seja realmente saudável, a gente precisa trazer para um nível correspondente à metade dessas cinco vezes. Então o plano prevê que, no final de 2018, estaremos com uma dívida que vai corresponder a, no máximo, duas vezes e meia a nossa geração operacional de caixa", explicou Parente. 

Nos próximos cinco anos, a Petrobras pretende investir cerca de US$ 74 bilhões, valor será destinado para aumentar a produção da empresa e na manutenção do parque de refino. 

"Nós temos cerca de US$ 60 bilhões desse total, que são destinados à exploração e produção. Vamos, neste período de cinco anos aumentar a produção de óleo e gás da Petrobras, mas também tem uma parte importante de investimento que é o chamado Investimento para a manutenção do nosso parque de refino, em condições de funcionamento ideais. Então esse é basicamente o nosso programa de investimentos", disse Parente.

O retorno da Petrobras ao mercado de capitais tem diminuído as incertezas em relação ao Brasil. Nesta terça-feira (27), a diretora executiva da agência de classificação de risco Moody's para a América Latina, Susan Knapp, afirmou que a empresa pode ajudar o País a retomar o crescimento. Segundo Parente, isso demonstra que a estatal está agora na direção certa para se recuperar.

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