Ativista yazidi liberta mais uma mulher da escravidão sexual do Daesh (VÍDEO)

© AFP 2022 / SAFIN HAMEDMenina yazidi empunha um cartaz que diz "Mensagem de esperança para a minha irmã: estamos à tua espera" durante o protesto perto do escritório da ONU em Arbil, capital da região autónoma de Curdistão, Iraque, 2 de agosto de 2015
Menina yazidi empunha um cartaz que diz Mensagem de esperança para a minha irmã: estamos à tua espera durante o protesto perto do escritório da ONU em Arbil, capital da região autónoma de Curdistão, Iraque, 2 de agosto de 2015 - Sputnik Brasil
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O ativista yazidi, Abu Shujaa Denai, que há vários anos vem libertando prisioneiras yazidis de militantes do Daesh, foi responsável pela libertação de mais uma vítima.

A mulher, que se chama Hum Ali, foi sequestrada pelos terroristas do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia em muitos outros países) em 2014 após a ocupação da cidade de Sinjar. Os terroristas a levaram durante todas as batalhas na Síria. Além de cozinhar e lavar roupa para os comandantes e outros integrantes do grupo, ela era submetida à escravidão sexual.

Abu Shujaa relatou à agência de notícias Sputnik, que Hum Ali é mãe de 5 filhos, apenas 4 dos quais foram libertados. Seu filho e marido ainda são mantidos como reféns pelos terroristas na cidade síria de Deir ez-Zor. Hum Ali passará por uma reabilitação para se recuperar do trauma psicológico.

A Agência Sputnik publica vídeo do retorno de Hum Ali para sua terra natal de Sinjar, no norte do Iraque, onde ela foi recebida aos prantos por familiares.

O ativista não informou detalhas sobre a libertação de prisioneiros, mas ele disse que tal façanha é para ele "uma questão de honra e dignidade". De acordo com Abu Shujaa, até hoje, ele conseguiu libertar mais de 2.000 prisioneiras yazidis.

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