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Político japonês acusa EUA de pressionarem autoridades da Crimeia

© Sputnik / Maksim Vetrov / Abrir o banco de imagensA procuradora-geral da Crimeia Natalia Poklonskaya vota nas eleições legislativas, 2016
A procuradora-geral da Crimeia Natalia Poklonskaya vota nas eleições legislativas, 2016 - Sputnik Brasil
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Os EUA e uma série dos países europeus se recusaram a reconhecer as eleições deste domingo (18) na Crimeia, o que mostra o fato da pressão política, declarou o político japonês Mitsuhiro Kimura, presidente do movimento patriótico japonês Issuikai.

"Achamos que a a recusa dos EUA de reconhecerem os resultados das eleições legislativas na Crimeia é uma forma de exercer pressão política", declarou Mitsuhiro Kimura.

Anteriormente, o presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko havia exortado os países do G7 e da União Europeia a não reconhecerem a legitimidade das eleições legislativas na Rússia realizadas na Crimeia e em Sevastopol. 

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Após isso, os EUA e uma série dos países europeus se recusaram a reconhecer as eleições deste domingo na Crimeia. 

"O fato de os EUA, na pessoa do Departamento do Estado, terem anunciado, ainda antes de os resultados serem públicos, que não reconheceriam as eleições fosse qual fosse o resultado é, segundo a minha opinião, inaceitável e muito suspeito. Se trata de pressão política aberta sobre os participantes do processo eleitoral e isso é de fato incorreto", disse Kimura aos jornalistas, após ter visitado várias circunscrições eleitorais na Crimeia no dia das eleições. 

O político japonês lamenta que os países ocidentais continuem a ignorar a vontade dos habitantes locais da Crimeia. 

Na Crimeia, onde as eleições legislativas russas foram realizadas pela primeira vez, foram formados três círculos uninominais, e mais um círculo em Sevastopol. Na península, cerca de 1,8 milhões de habitantes têm direito de voto.

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