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Opinião: EUA intensificam vigilância da Rússia, tal como na Guerra Fria

CC BY 2.0 / Justin Connaher / Soldado do exército dos EUA com binóculo
Soldado do exército dos EUA com binóculo - Sputnik Brasil
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Os serviços da inteligência dos EUA estão expandindo as missões de vigilância contra a Rússia até o nível sem precedentes registado durante a Guerra Fria, comunica jornal Washington Post, citando autoridades dos EUA.

Segundo a fonte, a prioridade da Rússia como alvo de vigilância é destacada pela primeira vez desde o momento da desintegração da União Soviética. 

This March 11, 2014 file photo shows CIA Director John O. Brennan speaking in Washington. The CIA's insistence that it did not spy on its Senate overseers collapsed July 31 with the release of a stark report by the agency's internal watchdog documenting improper computer surveillance and obstructionist behavior by CIA officers. Those internal conclusions prompted Brennan to abandon months of defiance and defense of the agency and apologize to Senate intelligence committee leaders. - Sputnik Brasil
Chefe da CIA chama Rússia de "adversária formidável" e pede cooperação
O objetivo principal dos serviços secretos dos EUA é a luta contra o terrorismo, acrescenta o Washington Post. No entanto, é também prestada grande atenção à Rússia. 

"A mobilização abrange agentes secretos da CIA, meios de inteligência virtual da Agência de Segurança Nacional, sistemas de satélites e outros meios de inteligência, comunicaram oficiais, descrevendo a redistribuição de recursos nos serviços secretos. Nos últimos anos, a inteligência americana tinha parado a vigilância contra Rússia para se concentrar na ameaça de terrorismo e nas zonas onde os EUA estão participando em conflitos militares", comunica o jornal. 

Segundo o WP, uma série de analistas acredita que os EUA estão tomando tais decisões muito devagar. Os fundos orçamentais gastos com a vigilância contra a Rússia aumentaram nos últimos dois anos cerca de 10%, enquanto no pico da Guerra Fria este índice constituia cerca de 40%.

​Entretanto, segundo o jornal, os serviços da inteligência ainda não aprenderam "a prever as ações de Moscou".

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