'Pequim impedirá presença dos EUA na zona dos seus interesses'

© AFP 2022 / Greg BAKERPresidente dos EUA Barack Obama com o presidente chinês Xi Jinping em 14 de novembro, 2014
Presidente dos EUA Barack Obama com o presidente chinês Xi Jinping em 14 de novembro, 2014 - Sputnik Brasil
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A China está aumentando ativamente suas posições na região da Ásia-Pacífico e no Sudeste Asiático.

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, e Xi Jinping, presidente da China - Sputnik Brasil
Visita de despedida à China vira fracasso para Obama
No início desta semana o presidente filipino Rodrigo Duterte fez um comentário ofensivo sobre o líder dos EUA, Barack Obama. Pouco depois, Pequim anunciou que iria fomentar e desenvolver seus laços relações com as Filipinas como um aliado importante.

A China demonstrou que irá reforçar suas posições na região e fortalecer os laços com seus parceiros, disse Aleksei Maslov, especialista em política asiática da Escola Superior de Economia em Moscou.

"Pequim usou o fato de Obama ir em breve deixar o cargo. A China mostrou para os Estados Unidos que vai impedir a presença americana na sua zona de interesses", disse o analista russo em uma entrevista à edição russa Svobodnaya Pressa.

Aleksei Maslov diz que foi "simbólico" que a China oferecesse apoio econômico às Filipinas logo após as palavras de Duterte em relação a Obama.

Com isso Pequim revelou que aqueles que não estão com EUA estarão com a China e dela receberão apoio político e econômico, frisa o especialista.

In this undated photo released by Xinhua News Agency, a Chinese H-6K bomber patrols the islands and reefs in the South China Sea. - Sputnik Brasil
De que bombardeiro precisa a China?
No entanto, Barack Obama recentemente declarou que os EUA vão continuar presentes no mar da China Oriental e no mar do Sul da China.

"Os aliados dos EUA no tratado devem saber que o nosso compromisso com a defesa deles é uma obrigação solene que nunca vacila. E em toda a região, inclusive nos mares da China Oriental e do Sul da China, os Estados Unidos continuarão voando, navegando e operando onde o direito internacional lhes permita e vão apoiar o direito de todos os países fazerem a mesma coisa", disse Obama, durante sua visita ao Laos.

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