Analista: os EUA têm o maior exército, mas não vencerão

© AFP 2022 / FILES DAVID FURSTOs soldados do exército dos EUA da 101ª Divisão Aerotransportada
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Os EUA, ocupando o posto de máquina militar mais poderosa da história da humanidade, ao que parece, não podem ganhar guerra alguma, escreve colunista da revista The National Interest.

"Quando os EUA têm como objetivo promover a liberdade, riqueza e segurança, o resultado é diminuição do nível de liberdade, riqueza e segurança", salientou o colunista Freddi Gray. Segundo ele, até mesmo operações norte-americanas bem-sucedidas em outros países, em particular a realizada na Líbia em 2011, levam ao desastre.

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De acordo com a the National Interest, a época da supremacia dos EUA no mundo está chegando ao fim. Deixando a "fase unipolar", que se iniciou com o término da Guerra Fria, a ordem mundial passa a ser "multipolar".

A China, segundo ele, é um gigante que vem acumulando força, no entanto, suas ambições internacionais permanecem "misteriosas". 

A Rússia é chamada de "potência enfraquecida", mesmo assim, ela consegue atingir seus objetivos estratégicos, enquanto potências mundiais falham nesse quesito, sublinha Gray. De acordo com ele, atualmente, o "soft power" (poder brando) do Kremlin destaca-se pelo seu potencial, apresentando resultados não vistos nos últimos trinta anos.

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Outra constante "óbvia" na nova ordem mundial é o declínio da Europa. "A União Europeia está passando por uma grave crise política", diz o analista da The National Interest, lembrando a decisão adotada por Londres de sair da União.

Ao mesmo tempo, a UE, mantendo-se a segunda maior potência econômica do mundo, "quase totalmente" depende da boa vontade e poderio militar dos EUA, concluiu Gray.

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