EUA ampliam sanções contra a Rússia

© Sputnik / Igor Russak / Abrir o banco de imagensBanco Rossiya em São Petersburgo
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Os EUA anunciaram nesta quinta-feira (1º) uma longa lista de empresas e indivíduos submetidos às sanções contra a Rússia devido ao suposto apoio de Moscou aos rebeldes na Ucrânia e à reunificação com a Crimeia em 2014.

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Fonte: UE quer prorrogar sanções contra a Rússia sem discussão
A lista inclui uma unidade-chave do Banco Rossiya, frequentemente referido na mídia como o banco pessoal do presidente russo Vladimir Putin, e algumas das maiores empresas de construção da Rússia que estão envolvidas no projeto em andamento de erigir uma nova ponte entre a Crimeia e a Rússia continental. 

Além disso, a relação incluiu 17 rebeldes separatistas da Ucrânia, 11 deles membros do governo que a Rússia estabeleceu na Crimeia, além de várias empresas russas que operam na península, incluindo grandes empresas marítimas e de defesa.

As sanções visam a isolar os nomes que estão na lista negra das redes financeiras globais, limitando assim a sua capacidade de fazer negócios, através da proibição imposta a todas as entidades e indivíduos norte-americanos de fazer negócios com as empresas e indivíduos sob sanção dos EUA.

O Tesouro dos EUA disse que a nova medida visa a combater os esforços de entidades russas para contornar as sanções existentes sobre indivíduos e companhias.

"A Rússia continua a provocar instabilidade no leste da Ucrânia, apesar de seus acordos de Minsk", disse John Smith, o diretor em exercício do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro norte-americano, citado pela AFP.

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