Putin chamou atenção de Merkel e Hollande para provocações de Kiev na Crimeia

© AFP 2022 / ALEXEY DRUZHININ / Abrir o banco de imagensO presidente russo, Vladimir Putin, informou por telefone ao líder francês, François Hollande, e à alemã, Angela Merkel, nesta segunda-feira (22) sobre a necessidade de dar um fim aos ataques das forças de Kiev na região de Donbass
O presidente russo, Vladimir Putin, informou por telefone ao líder francês, François Hollande, e à alemã, Angela Merkel, nesta segunda-feira (22) sobre a necessidade de dar um fim aos ataques das forças de Kiev na região de Donbass - Sputnik Brasil
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, em conversa telefônica com chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e com presidente da França, François Hollande, chamou a atenção para provocações de Kiev, que enviou, em agosto, um grupo de sabotadores para a Rússia, com objetivo de realização de atentados terroristas, informou Kremlin nesta terça-feira.

“Vladimir Putin chamou a atenção dos seus parceiros sobre uma grave provocação da parte ucraniana, que enviou, no início de agosto, um grupo de sabotadores para o território da Federação da Rússia, com objetivo de realizar atentados terroristas. A disposição de Kiev para ações agressivas deste tipo prejudica o processo de Minsk e a cooperação no âmbito do Quarteto de Normandia”, informa o comunicado de Moscou.

Além disso, durante a conversa as partes destacaram a importância de liquidar a escalação do conflito em Donbas e do cumprimento dos acordos para o recuo de armamentos pesados. 

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No dia 10 de agosto, o Serviço de Segurança da Rússia informou ter evitado atos de sabotagem junto à fronteira que separa a Crimeia da Ucrânia, organizados pela Direção Principal de Inteligência do Ministério da Defesa da Ucrânia. Durante a detenção foram mortos dois militares russos.

Em abril de 2014, Kiev iniciou uma operação militar nas províncias de Donetsk e Lugansk para amenizar a insatisfação com a mudança violenta de poder no país, ocorrida em fevereiro do mesmo ano.

A solução do conflito está sendo discutida, inclusive no âmbito dos encontros do grupo de contato em Minsk, que desde setembro de 2014 já aprovou três documentos regulamentando os passos de diminuição da tensão, inclusive a trégua. Porém, os dois lados do conflito denunciam violações regularmente.

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