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Carta de Dilma Rousseff para impedir impeachment causa discussão no Senado

© Roberto Stuckert Filho/PRDilma Rousseff
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A esperada carta que a presidenta afastada Dilma Rousseff deve divulgar esta semana destinada aos brasileiros e aos senadores para tentar barrar o impeachment está causando discussão no Senado. Aliados apostam que o documento vai alertar sobre as consequências caso o impeachment se concretize, a oposição afirma que a carta não vai adiantar.

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Ao conversar com a imprensa o líder do PT, senador Humberto Costa (PT-PE) destacou como deve ser o conteúdo do documento, que segundo ele vai ser escrito pessoalmente por Dilma.

"Ela pretende fazer um documento dela, uma carta escrita por ela, com os sentimentos dela, falando para a população brasileira e naturalmente também para o Senado Federal. Deve fazer uma análise da conjuntura. Avaliar o que esse movimento representa e quais as consequências."

Já a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) acredita que Dilma Rousseff vai se comprometer na carta a convocar um Plebiscito para novas eleições gerais caso o impeachment não seja aprovado.

"Acho que uma das coisas importantes que ela coloca, e que para mim é o essencial é a questão do Plebiscito, ou seja, submeter a população a saída da crise. Acho que o Plebiscito é uma boa saída e eu particularmente defendo uma eleição geral. Acho que não adianta também eleição só para presidente."

Discordando de Gleisi Hoffmann, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), não acredita que uma proposta de Plebiscito impedirá o impeachment de Dilma.

"Eleições gerais é uma PEC, quem acompanha o Congresso Nacional sabe o quanto tempo demora para se negociar uma PEC para passar em dois turnos com prazo no Senado e dois turnos com prazo na Câmara, e ter a vontade da maioria. Eleições agora não tem sentido."

O senador José Medeiros (PSD-MT) também duvida que a carta de Dilma terá força para barrar o impeachment.

"Ela teve todo o tempo do mundo para fazer interlocução com o Legislativo. Nesse momento, no apagar das luzes ela tenta se comunicar com essa Casa. Não vai ter efeito algum, eu não tenho dúvidas."

O julgamento final do impeachment contra Dilma está marcado para começar no dia 25 de agosto. Ainda não está confirmado o comparecimento da presidenta afastada na sessão no Plenário. 

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