Rússia explica sua decisão de não implantar armas nucleares na base aérea da Síria

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Moscou não pretende implantar armas nucleares e bombardeiros estratégicos na base aérea de Hmeymim na Síria, afirmou nesta quinta (11) em uma entrevista ao jornal Izvestia o vice-presidente do Comitê da Defesa e Segurança do Senado russo, Frants Klintsevich.

"Não se pode implantar armas nucleares ou bombardeiros estratégicos, porque isso contradiz os acordos internacionais e vai causar grande irritação", explicou Klintsevich.

Anteriormente, o senador afirmou que a Rússia planeja converter a base de Hmeymim em sua base militar na Síria e implantar no seu território um contingente permanente da sua Força Aeroespacial.

​De acordo com vários analistas, a presença militar russa na Síria terá um efeito positivo sobre a situação na região.

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Malgrado a posição do Ocidente, Rússia continua presente na Síria
Em 30 de setembro de 2015, Moscou começou a sua campanha antiterrorista na Síria, a pedido de Damasco, durante a qual a Força Aeroespacial Russa realizou ataques aéreos contra alvos do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia).

Em meados de março, o presidente russo Vladimir Putin ordenou ao ministro da Defesa da Rússia Sergei Shoigu que iniciasse a retirada da maior parte da força militar da Síria, depois de cumprido seu objetivo, deixando lá um contingente reduzido.

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