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Reunião entre líderes e presidente do STF vai definir rito do julgamento do impeachment

© Jonas Pereira/Agência SenadoPresidente do STF e líderes definem rito do impeachment na próxima semana
Presidente do STF e líderes definem rito do impeachment na próxima semana - Sputnik Brasil
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As regras para a sessão do julgamento final do processo de impeachment contra a presidenta afastada Dilma Rousseff só vão ser definidas na próxima semana em reunião entre o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski com líderes partidários.

Renan Calheiros conversa com jornalistas em Brasília, em 29/06/16 - Sputnik Brasil
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Julgamento do impeachment começará dia 25, diz Renan
Durante o encontro vai ser resolvido o tempo que cada senador terá para questionar as testemunhas e o tempo das respostas.

Ao conversar com a imprensa, o Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL)  confirmou que o julgamento vai começar no dia 25 de agosto e acredita que tudo se conclua em três dias.  Calheiros ainda informou que não pretende votar, assim como fez nas sessões de admissibilidade e de pronúncia do impeachment.

"Eu estimo que a sessão de julgamento deva durar pelo menos 3 dias. Mas espero que não complete o quarto dia."

A grade dúvida é a possibilidade dos senadores seguirem com a sessão ao longo do final de semana, nos dias 27 e 28 de agosto. O líder da Rede no Senado, Randolfe Rodrigues (AP) espera que as sessões sejam interrompidas no sábado e domingo e o julgamento finalize até terça-feira (30).

"A ideia é fazermos quinta e sexta e retomarmos na segunda-feira. Em princípio, acredito muito ser muito pouco provável que se tenha acordo para fazer a sessão esticando sábado e domingo."

Já a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) criticou para a imprensa a pressa na realização do julgamento e ressaltou que a defesa da presidenta afastada vai usar todos os recursos para assegurar o direito de defesa de Dilma Rousseff.

"Vamos utilizar tudo que estiver ao nosso alcance: regimento, Código de Processo Penal, a Lei 1079, o rito anterior do impeachment do ex-presidente Fernando Collor. Vamos usar tudo para garantir o direito de defesa. Não tem justificativa essa pressa." 

Para o líder do PMDB, senador Eunício Oliveira do Ceará, quatro dias de julgamento são suficientes para garantir o amplo direito de defesa de Dilma, até porque segundo o parlamentar, o assunto já chegou ao limite.  

"O Brasil inteiro já não aguenta mais esse assunto. Estamos há oito meses falando da mesma coisa. A presidente não tem condições de voltar, que perdeu a governabilidade e que não tem 1/3 do Congresso Nacional. Não há porque postergar mais esse processo."

Durante o rito do julgamento do processo contra Dilma Rousseff, além das testemunhas, também vão ter direito a fala os advogados de defesa e acusação, além da própria presidente afastada. 


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