Assange descobre segredo da 'marca russa' em ataques contra software do Partido Democrata

© AFP 2022 / RODRIGO BUENDIAPessoas assistem videoconferência com o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, Quito, Equador, junho de 2016
Pessoas assistem videoconferência com o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, Quito, Equador, junho de 2016 - Sputnik Brasil
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O software de ambos os partidos norte-americanos sofrem frequentemente ataques de hackers por falta de segurança, afirmou o fundador do site WikiLeaks Julian Assange em entrevista ao canal televisivo RT.

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O site WikiLeaks publicou no fim de julho gravações dos servidores do Comitê Nacional do Partido Democrata dos EUA que foi atacado pelos hackers. Mais tarde, Julian Assange disse que à disposição do recurso ficou mais uma série de documentos sobre a campanha presidencial de Hillary Clinton que foram recebidos de servidores do Comitê. Os EUA descobriram de imediato no que aconteceu "uma marca russa".

Julian Assange esclareceu em entrevista à emissora RT os detalhes dos ataques.

"Os servidores do Comitê Nacional do Partido Democrata sofreram ataques de hackers por várias vezes durante os últimos anos. As nossas fontes disseram que a proteção destes servidores é parecida com queijo suíço. O diretor da Inteligência nacional dos EUA disse, ainda alguns meses atrás, que os comitês do Partido Republicano e do Democrata foram atacados por uma variedade de sujeitos", contou Assange.

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Além disso, o fundador do portal WikiLeaks descobriu o que gerou rumores sobre uma "marca russa" nos ataques contra os servidores. Além do WikiLeaks, os documentos foram divulgados por ouras organizações. Os metadados dos ficheiros que foram convertidos de formato DOC para PDF indicaram que a conversão foi realizada em um computador cuja língua do sistema era o russo.

"É uma evidência de que um russo esteve envolvido nisso ou do que alguém queria apresentar a situação de modo que outros pensassem que um russo estaria envolvido, imiscuído nisso", sublinhou Assange.

Entretanto, ele afirmou que não há tais informações nos documentos que o WikiLeaks publicou.

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