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Tecnologia 3D nos leva à Antiguidade ibérica

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A colaboração estreita entre professores e animadores 3D permite grandes avanços na popularização do patrimônio arqueológico.

Com ideia de ampliar o patrimônio público no sítio arqueológico ibero de Ullastret, localizado em Girona, Espanha, foi aberta uma sala de imersão que permite fazer uma viagem virtual a esta cidade antiga em cerca do ano 250 a.C., segundo informa o Ara.cat.

Os técnicos selecionaram este preciso momento da história devido a ele ser melhor conhecido do que os outros e possibilitar criar uma atmosfera mais autêntica da época: a paisagem que rodeava a cidade, a localização dos lagos, campos de cultivo e caminhos que levavam à fortaleza. A recriação contém todo um luxo de detalhes, como os teares usados na época, os moinhos de grãos, os fornos a lenha e os produtos de cerâmica que tinham os habitantes da Península Ibérica há mais de dois milênios em suas casas.

Um homem vestindo hábito maia passa na frente da pirâmide Kukulcan, no parque arqueológico Chichen Itzá, em 20 de dezembro de 2012 - Sputnik Brasil
Descobertos mistérios de pirâmide maia
A recriação em 3D da cidade de Ullastret, há 2.200 anos, é o maior avanço tecnológico no campo das pesquisas arqueológicas com 3D registrado até à data relativamente às cidades iberas.

A sala de mergulho do sítio de Ullastret tem umas dimensões aproximadas às de um quarto de uma das casas da cidade: 10 metros quadrados. Além disso, está equipada com três telas que envolvem o público e um sistema de áudio 3D criados para a "imersão" do espectador. O projeto custou cerca de 100.000 euros (mais de R$ 360 mil).

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