Campanha de Hillary desconfia da Rússia em ataque hacker aos e-mails do Comitê Democrata

© REUTERS / Mike Segar A candidata ao cargo presidencial dos EUA Hillary Clinton em Nova York
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Investigadores disseram à campanha da pré-candidata presidencial Hillary Clinton que o vazamento de e-mails do Comitê Nacional Democrata pode ter sido obra de atores ligados ao governo russo, segundo afirmou o assessor de política externa de Clinton, Jake Sullivan, em entrevista coletiva na Filadélfia nesta segunda-feira (25).

"Temos visto vários especialistas em inteligência, bem como empresas de segurança, descrevendo o ataque cibernético ao DNC [Comitê Nacional Democrata, na sigla em inglês] como realizado ou conduzido por entidades patrocinadas pelo governo russo", disse Sullivan aos repórteres reunidos para a abertura da Convenção Nacional Democrata.

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Na sexta-feira (22), o WikiLeaks publicou cerca de 20.000 páginas de e-mails hackeados do DNC que parecem demonstrar um esforço concertado entre os altos membros da comissão para minar a campanha do senador norte-americano Bernie Sanders em favor de Clinton.

Mais cedo nesta segunda-feira, o DNC disse em um comunicado que o partido está trabalhando com o FBI para determinar o tamanho e o alcance do ataque hacker.

Sullivan afirmou que se a Rússia estiver por trás do vazamento, isto seria um novo "divisor de águas".

"Isto seria a Rússia interferindo na eleição presidencial norte-americana", disse ele.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, ainda não fez comentários sobre as alegações, mas afirmou anteriormente que a possibilidade de envolvimento do governo russo no ataque ao DNC estava completamente descartada.

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