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Erdogan erra feio falando da Rússia em entrevista à TV norte-americana

© AP Photo / Francois MoriPresidente turco Recep Tayyip Erdogan na Conferência Climática em Paris, 30 de novembro de 2015
Presidente turco Recep Tayyip Erdogan na Conferência Climática em Paris, 30 de novembro de 2015 - Sputnik Brasil
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Tentando rebater as críticas sobre a possível volta da pena de morte na Turquia para lidar com os supostos envolvidos na tentativa de golpe ocorrida no país na última sexta (15), o presidente Recep Tayyip Erdogan afirmou categoricamente, em entrevista à CNN, um fato absolutamente equivocado a respeito da Rússia.

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A entrevistadora se refere em uma de suas perguntas à questão da pena de morte, punição proibida na Turquia há mais de dez anos, mas que voltou aos debates públicos devido à possível reintrodução da pena no país – proposta anunciada por Erdogan após os eventos que ele classificou como uma tentativa de golpe militar orquestrada por um clérigo opositor turco autoexilado nos EUA. 

Erdogan responde então que o caso foi reconsiderado por vontade do povo turco, e acrescenta, desafiador: 

"A minha pergunta é a seguinte: Por acaso vocês não têm pena de morte nos EUA? Pois têm. E na Rússia? Sim. E na China? Sim". 

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A Rússia, entretanto, aboliu a pena de morte em 1997. A pena máxima para um condenado neste país, segundo relata a RT, é a prisão perpétua, que é dada em casos de crimes excepcionais, tais como genocídio, assassinatos com extrema brutalidade e atentados contra a vida de funcionários do governo, ativistas sociais, juízes ou agentes de segurança.

Em novembro do ano passado, inclusive, o governo russo rejeitou categoricamente o restabelecimento da pena de morte contra terroristas, proposta que havia sido feita pelo partido social-democrata Rússia Justa após uma série de atentados promovidos pelo Daesh (autointitulado Estado Islâmico), incluindo a derrubada, no Egito, de um avião da companhia russa Metrojet com 224 pessoas a bordo.

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