Mais um passo para o futuro: Rússia chega ao mercado de exoesqueletos

© Foto / LLC «ExoAtlet»Exoesqueleto da marca russa ExoAtlet
Exoesqueleto da marca russa ExoAtlet - Sputnik Brasil
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A empresa produtora ExoAtlet recebeu, após testes sucessivos, u certificado de registro do Roszdrav (Serviço Federal de Supervisão da Saúde) para produzir o seu produto e pode agora comercializá-lo.

A respectiva informação foi divulgada por Ekaterina Berezy, fundadora e atual diretora-geral da empresa russa fabricante de exoesqueletos, a ExoAtlet, durante uma coletiva.

Falando com a Sputnik, a fundadora esclareceu como chegou à produção deste equipamento inovador:

"Após realizar uma pesquisa de mercado nós determinamos que devia ser um exoesqueleto para reabilitação, já que o projeto tem um grande potencial no mercado mundial de equipamento médico. Os exoesqueletos funcionam como aparelho de treino, eles ajudam a recuperar em casa."

Há que notar também que em 2014 os pesquisadores chineses apresentaram pela primeira vez durante uma exposição de armas na cidade de Zhuhai os seus desenvolvimentos de exoesqueleto para fins militares.

Berezy admitiu que as pesquisas e desenvolvimentos conjuntos podem ser possíveis quando se trata de cooperação entre universidades com fins científicos.

"O nosso projeto é comercial, a cooperação só é possível em certos quadros. Ainda é difícil crer que qualquer um venha a partilhar seus trabalhos preparatórios e recursos. Só temos planos de distribuição, obtenção de certificado de registro, vendas. O nosso exoesqueleto já suscitou interesse na Coreia do Sul, China, Índia, Malásia, Singapura, Vietnã e outros países," disse.

Os exoesqueletos médicos são criados para restaurar as funções de movimento após acidentes vasculares cerebrais, traumatismos da coluna ou cranianos.

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Embora o preço do exoesqueleto da empresa russa para particulares possa parecer bastante alto, cerca de 24 mil dólares, é mais baixo em comparação com análogos estrangeiros (por exemplo, o análogo israelense custa mais de 77 mil dólares).

É de notar também que as tecnologias de exoesqueletos já estão sendo desenvolvidas por muito tempo: em 2014 um homem de 29 anos parcialmente paralisado, Juliano Pinto, realizou pela primeira vez uma jogada de bola durante a cerimônia de abertura da Copa do Mundo de Futebol no estádio Itaquerão de São Paulo.

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