Chefe do Parlamento do Egito: 'O Sinai está livre de terroristas'

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Cidade-resort de Sharm el-Sheikh, na Península do Sinai, no Egito - Sputnik Brasil
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As autoridades do Egito libertaram a maior parte do território da península do Sinai de terroristas e contrabandistas, disse à Sputnik o presidente do parlamento do país, Ali Abdel Aal.

Na quarta-feira (14) o presidente do Egito, Abdel Fattah Sisi, prorrogou o estado de emergência no norte do Sinai até finais de outubro.

"Eu quero afirmar que a península do Sinai está livre de grupos terroristas e contrabandistas com a excepção de uma pequena área," declarou Ali Abdel Aal.

Várias áreas no norte do Sinai estão em estado de emergência desde outubro de 2014, quando ocorreu uma série de atentados terroristas. Os acontecimentos trágicos marcaram o início de uma operação de segurança e a criação de uma zona neutra na fronteira com Gaza.

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Em 2014 um grupo militante oriundo da península declarou lealdade ao grupo terrorista Daesh. 

O autoproclamado Wilayat Sinai reivindicou vários atentados contra as forças da segurança do Egito no Sinai do Norte.

Um dos atentados mais terríveis aconteceu em 31 de outubro de 2015, quando um avião Airbus A321 da empresa russa Kogalymavia caiu na península. O avião, com 224 passageiros a bordo, fazia a rota entre Sharm El-Sheikh (Egito) e São Petersburgo (Rússia). O Comitê de Investigação da Rússia classificou oficialmente a tragédia como ataque terrorista.

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