Congresso dos EUA pede reabrir investigação sobre Clinton

© AP Photo / Charlie NeibergallHillary Clinton, ex-secretária de Estado dos EUA e pré-candidata à presidência
Hillary Clinton, ex-secretária de Estado dos EUA e pré-candidata à presidência - Sputnik Brasil
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Os presidentes de duas comissões da câmara baixa do Congresso norte-americano apelaram ao Ministério da Justiça a iniciar uma investigação sobre as testemunhas da ex-secretária de Estado Hillary Clinton relacionadas com o "caso dos e-mails", informou nesta terça (11) a agência Reuters.

A carta com a exigência de iniciar uma nova investigação foi assinada por Jason Chaffetz, chefe da Comissão de Supervisão e Reforma Governamental, e Bob Goodlatte, presidente da Comissão de Assuntos Jurídicos. Ambos são republicanos.

"As provas encontradas pelo FBI durante a investigação sobre o uso por Clinton de e-mail pessoal mostraram contradições entre alguns aspectos de seu testemunho sob juramento no Congresso", escreveu a agência, citando a carta, enviada para Channing Phillips, o procurador federal estadunidense.

Chaffetz também exigiu a liberação de acesso aos materiais da investigação do FBI sobre o caso de Clinton.

​Hillary foi secretária de Estado entre 2009 e 2013. Posteriormente, foi revelado que ela violou a lei ao utilizar seu e-mail pessoal, que não estava protegido, para tratar de questões confidenciais.

Ex-secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton durante a audência na comissão especial pelo caso de Benghazi, 22 de outubro de 2015 - Sputnik Brasil
Departamento de Estado americano reabre investigação contra Hillary Clinton
O diretor do FBI, James Comey, afirmou em 5 de julho que a agência de investigação não conseguiu encontrar provas de que hackers tivessem tido acesso ao servidor de correio eletrônico da ex-secretária de Estado. Ao mesmo tempo, a Comey reconheceu que a "cultura de segurança" no Departamento de Estado foi "insuficiente".

Em abril de 2016, o Departamento de Estado fechou sua própria investigação do caso para não interferir com a do FBI, segundo o Guardian.

O interesse pelo caso aumentou devido ao fato de que Hillary Clinton é a presidenciável do Partido Democrata. De acordo com a maioria das pesquisas, ela está à frente de seu principal rival republicano, Donald Trump.

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