Confrontos na Caxemira deixam 11 mortos após queda de líder islâmico

© AP Photo / Channi AnandIndian Border Security Force (BSF) soldiers patrol along the Pargwal area of India-Pakistan international border in Akhnoor, Jammu and Kashmir, India (File)
Indian Border Security Force (BSF) soldiers patrol along the Pargwal area of India-Pakistan international border in Akhnoor, Jammu and Kashmir, India (File) - Sputnik Brasil
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Pelo menos 11 pessoas morreram e outras 200 ficaram feridas nos confrontos entre manifestantes e policiais no estado de Jammu e Caxemira, disputado por Índia e Paquistão.

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As manifestações começaram depois que Burhan Wani, um comandante do Hizbul Mujahideen, maior grupo islâmico da Caxemira, foi morto na sexta-feira, junto a outros três extremistas.

Segundo a polícia local, 96 oficiais de segurança estavam entre os feridos nos confrontos, enquanto outros três oficiais desapareceram. As forças de segurança de Jammu e Caxemira pediram aos manifestantes que parassem com a violência.

“Certamente não queremos matar jovens em nossa própria sociedade. O objetivo é impedir a perda de vidas jovens”, disse o chefe de inteligência da polícia, Shiv M. Sahai, citado pelo canal NDTV.

O Hizbul Mujahideen é um grupo separatista fundado em 1985, em atividade no estado indiano de Jammu e Caxemira, e considerado organização terrorista por Índia, EUA e União Europeia.

A região de Jammu e Caxemira é contestada por Índia e Paquistão desde o fim do controle britânico, em 1947. Após vários conflitos armados, os dois países chegaram a um acordo para cessar-fogo em 2003. Desde então, os dois lados se acusam mutuamente de violar a trégua.

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