OTAN: batalhões nos países do Báltico não serão ameaça para a Rússia

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"O posicionamento de quatro batalhões da OTAN nos países do Báltico e na Polônia não constituirá uma ameaça militar para a Rússia", informou à agência RIA Novosti o chefe do Comitê Militar da OTAN, general Petr Pavel.

Durante a cúpula da aliança em Varsóvia planeja-se tomar novas decisões para fortalecer o flanco oriental que, segundo as declarações repetidas da parte russa, não ficarão sem resposta. A OTAN já aprovou, a nível ministerial, o posicionamento de quatro batalhões multinacionais da aliança nos três países da região do Báltico e na Polônia com base na rotação permanente. A sua composição e localização serão definitivamente coordenadas antes da cúpula. A aliança também considera a possibilidade de aumentar a presença na região do mar negro e criar uma sede de brigada na Romênia.

"Onde quer que existam componentes de ameaça, quando há preocupação da população que devemos defender, precisamos tomar medidas. Reitero que estamos fazendo o máximo possível para que essas medidas sejam convenientes, equilibradas, e para não reagir demais", disse o representante da agência explicando os passos decididos pela aliança.

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Segundo ele, por um lado, a aliança "tem que satisfazer o apelo da população a melhor segurança, respondendo mesmo a eventuais ameaças. E, ao mesmo tempo, evitar uma situação que crie na Rússia uma sensação de ameaça por parte da OTAN e cause o deslocamento de forças maiores para a região. Achamos que o nível que definimos, um batalhão em cada país, é bem inferior ao limiar de qualquer ameaça militar para a Rússia", comunicou o general.

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