Revelada correspondência eletrônica de general americano

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O ex-comandante-chefe das forças aliadas na Europa, general Philip Breedlove, tentou colocar pressão sobre o presidente dos EUA Barack Obama e sua administração, buscando o aumento de pressão da política americana em relação a Rússia, escreve o The Intercept se referindo à correspondência do general.

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O presidente Obama foi durante muito tempo obrigado a resistir ao Congresso, que insistia no fornecimento das armas letais à Ucrânia. O presidente expressou sua preocupação de que tais atos dos EUA poderiam levar a um agravamento do conflito em Donbass e à deterioração das relações com a Rússia, destaca autor do artigo.

De acordo com a publicação, Breedlove promoveu uma reunião com o ex-secretário de Estado dos EUA Colin Powell, para obter conselhos sobre como atrair a atenção dos americanos para a crise ucraniana, nas atuais condições em que o mundo inteiro está ocupado com a luta contra o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia), e também como convencer o presidente para a necessidade de uma postura mais agressiva contra a Rússia.

Além disso, o general tentou colocar pressão sobre Obama "de uma forma indireta", enviando mensagens a cientistas e militares, funcionários, incluindo o ex-comandante supremo da OTAN Wesley Clark, tentando obter apoio para a prestação de assistência militar a Kiev, escreve o autor do artigo.

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Segundo observa o jornal, o próprio Breedlove não comentou as mensagens publicadas, no entanto Philip Karber, um dos cientistas, com o qual o general tinha a correspondência ativa sobre a política do Leste da Europa, testemunhou sua autenticidade.

As relações entre Moscou e a Aliança se deterioraram, em março de 2014, devido à situação na Ucrânia e à adesão da Crimeia à Rússia, tendo sido ao mesmo tempo suspenso o trabalho do Conselho Rússia-OTAN.

As autoridades russas declararam várias vezes que Moscou não está interessada em um confronto, mas está disposta a dar uma resposta adequada às ações do Ocidente.

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