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Arqueólogos podem ter achado pedaço do crânio do Desperto

© AFP 2021 / RAVEENDRANEsta foto de arquivo tomada em 2 de janeiro de 2015 mostra uma estátua de Buda e fragmentos de esqueletos humanos vindos de um cemitério destruído por uma série de tsunamis em Sri Lanka em 26 de dezembro de 2014
Esta foto de arquivo tomada em 2 de janeiro de 2015 mostra uma estátua de Buda e fragmentos de esqueletos humanos vindos de um cemitério destruído por uma série de tsunamis em Sri Lanka em 26 de dezembro de 2014 - Sputnik Brasil
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Na quinta-feira (30), arqueólogos chineses publicaram um artigo sobre um objeto que já é considerado como um osso parietal do crânio de Buda. O objeto foi achado dentro de um modelo de estupa – uma instalação budista usada para meditação.

O artigo é o resultado de uma expedição realizada pelos arqueólogos chineses entre 2007 e 2010.

De acordo com o site Live Science, que se refere à revista Chinese Cultural Relics, o suposto osso parietal do crânio do príncipe Siddhartha Gautama, o Buda (Desperto, traduzido do sânscrito), estava guardado em uma arca de ouro, a qual, por sua parte, estava colocada dentro de uma arca de prata. A estupa estava debaixo do templo budista Baoen, em Nanquim, na parte oriental da China.

Ainda não está provado se o osso conservado pertence ou não ao maior budista da história.

O artigo da Chinese Cultural Relics não especifica a posição da equipe de arqueólogos sobre a probabilidade de o osso achado ter pertencido a Buda.

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O modelo de stupa achado tem pelo menos 1.000 anos. De acordo com as inscrições, o mesmo foi fabricado por um homem chamado Deming, que declara ser "o Mestre da Luz Perfeita, Abade do Mosteiro de Chengtian e o Dono da Roupa Púrpura". Segundo ele, depois de que o Buda entrara, ainda antes do nascimento de Cristo, para a "parinirvana" (a última morte que rompe o ciclo de mortes e renascimentos consecutivos), o seu corpo foi cremado "perto do rio Hirannavati", na Índia. Então, o rei da Índia, Ashoka, decidiu conservar os restos mortais do Buda, dividindo-o em 84.000 pedaços. "O nosso país, a China, obteve 19 deles", prossegue o conto. Depois, em uma época instável e cheia de guerras, "será que ninguém se preocupava com os assuntos dos budistas?", pergunta Deming, 

Quem se preocupava era o imperador Zhenzong, terceiro da dinastia Song (reinou entre 997 e 1022). Foi ele quem aprovou a construção do templo para guardar lá o osso parietal e restos mortais de outros santos budistas. O enterro ocorreu em 21 de julho de 1011.

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