Americanos compram mais armas para se defender de terroristas e Hillary Clinton

© REUTERS / Mike Segar A candidata ao cargo presidencial dos EUA Hillary Clinton em Nova York
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Preocupações com a possibilidade de ataques terroristas e de mais controle sobre o comércio de armamentos nos Estados Unidos fizeram disparar as vendas de armas no país nos últimos meses, segundo informaram as autoridades.

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De acordo com o FBI, as verificações de antecedentes para porte de armas chegaram a 144,4 milhões até o final de maio durante a administração Obama, com uma média diária de 52.600 vendas. Apenas no ano passado, foram 23 milhões de verificações.

Os produtores de armamentos revelaram produzir cerca de 21 mil armas por dia. A tendência, segundo analistas, é a de que a produção aumente caso a ex-secretária de Estado, Hillary Clinton, vença as eleições presidenciais em novembro. 

"O recente aumento nas vendas de armas tem como base duas variáveis: medo de interferência governamental na Segunda Emenda e, mais importante, muita gente interessada em proteção pessoal", opinou Justin Anderson, diretor de marketing da Hyatt Guns, em Charlotte, Carolina do Norte, acrescentando que o aumento nas transações não se concentra em nenhum tipo específico de arma. 

"Esse é provavelmente o início de um longo aumento nas vendas de armas até as eleições. Se Hillary Clinton assumir uma liderança significativa, isso só vai aumentar essas vendas". 

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