Defensora de armas americana mata filhas a tiros

© REUTERS / Mike StoneUm policial está perto do veículo dos suspeitos após um tiroteio perto da exibição de caricaturas do profeta Maomé e concurso organizado pela Iniciativa de Defesa da Liberdade Americana em Garland, Texas.
Um policial está perto do veículo dos suspeitos após um tiroteio perto da exibição de caricaturas do profeta Maomé e concurso organizado pela Iniciativa de Defesa da Liberdade Americana em Garland, Texas. - Sputnik Brasil
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Uma mulher foi abatida pela polícia na sexta-feira (24) após matar as suas duas filhas na periferia da cidade de Houston (Texas, EUA), informa o jornal New York Daily News.

Christy Sheats, 42, era uma defensora da Segunda Emenda da Constituição dos EUA, que dá aos cidadãos o direito de portar armas.

Segundo o testemunho dos vizinhos da família, os eventos ocorreram no dia de aniversário do pai das vítimas. Na casa começou uma briga de família, que levou a um tiroteio na rua.

De acordo com uma testemunha, as filhas, Taylor, 22, e Madison, 17, tentaram fugir com o pai, mas a mulher atirou nas costas de sua filha mais nova. Ambas as meninas morreram no tiroteio. Os policiais que chegaram ao local eliminaram a mulher por ela se recusar a baixar a arma. O pai, Jason Sheats, que chamou a polícia, não estava ferido mas foi levado ao hospital em estado de choque.

This photo taken on Thursday, June 27, 2013, shows a rack of rifles at Firing-Line gun store in Aurora, Colo. - Sputnik Brasil
Apesar de Orlando, Senado dos EUA rejeita proposta para enrijecer venda de armas no país
Em março passado, Christy Sheats escreveu em sua conta do Facebook: "Será terrivelmente trágico se me for retirada a capacidade de me proteger, a mim ou à minha família, mas isso é exatamente o que os democratas estão determinados a fazer, proibindo as pistolas semiautomáticas". Entre outras publicações a parecem fotos das suas filhas com comentários amorosos.

Após o atentado em uma boate de Orlando, na sociedade americana se intensificou o debate sobre o endurecimento das leis que regem a venda de armas. O presidente Barack Obama apoia a restrição da venda de armas, mas a sua proposta não recebeu os votos mínimos necessários na sessão do Senado.

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