Cadastro bem-sucedido!
Por favor, siga o link da mensagem enviada para

Caracas acusa secretário-geral da OEA de promover um golpe de Estado em Venezuela

© Sputnik / Sergei Mamontov / Abrir o banco de imagensDelcy Rodríguez, ministra das Relações Exteriores da Venezuela, durante a reunião da Comissão Interparlamentar russo-venezuelana em 26 de maio de 2015.
Delcy Rodríguez, ministra das Relações Exteriores da Venezuela, durante a reunião da Comissão Interparlamentar russo-venezuelana em 26 de maio de 2015. - Sputnik Brasil
Nos siga no
A Organização dos Estados Americanos (OEA) concluiu nesta quinta-feira (23), em Washington, sessão extraordinária de seu Conselho Permanente sobre a Venezuela sem decidir sobre as medidas a serem aplicadas contra o país, com base no artigo 20 da Carta Democrática Interamericana, informou Agência Brasil.

Organización de Estados Americanos - Sputnik Brasil
Sessão da OEA termina sem decisão sobre futuro da Venezuela
A reunião para discutir o assunto tinha sido solicitada pelo secretário-geral da entidade, Luis Almagro, em maio.

Durante a reunião, Almagro leu aos representantes dos 34 países-membros da organização relatório de 132 páginas sobre o que ele classifica como “alteração da ordem constitucional” na Venezuela. Segundo ele, a situação atual no país “é resultado das ações que foram realizadas e seguem sendo realizadas por quem está no poder”.

"O enfrentamento entre poderes na Venezuela causou o fracasso do sistema político e uma crise de governabilidade.

Segundo Almagro, o conselho da entidade deveria apoiar o chamado ao referendo revogatório do mandato de Nicolás Maduro como presidente do país. 

A representante da Venezuela na reunião, a chanceler Delcy Rodriguez, disse que o secretário-geral da OEA “usa seu cargo para promover um golpe de Estado na Venezuela”.

Segundo ela, a OEA está vivendo um período “muito perigoso”. Ela acrescentou que Almagro “está dando um golpe de Estado nesta organização e está promovendo, com a oposição venezuelana, um golpe de Estado na Venezuela”.

Além da Venezuela, Equador e Bolívia se pronunciaram contra o relatório de Almagro.

Feed de notícias
0
Antigas primeiroRecentes primeiro
loader
AO VIVO
Заголовок открываемого материала
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала