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Obama criticou o senado por rejeitar o controle de venda de armas

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Em uma mensagem no Twitter pessoal, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez uma dura crítica ao senado norte-americano por ter rejeitado projetos de lei que dificultavam o processo de venda de armas de fogo, informou Agência Brasil.

Prédio do Congresso dos EUA em Washington - Sputnik Brasil
Senado dos EUA não aceitou emendas que dificultavam venda de armas de fogo
Na mensagem, Obama diz que “a violência das armas requer mais do que momentos de silêncio. Requer ação. Ao falhar nesse teste, o Senado falhou com o povo americano”.

O tema da proibição de venda livre de armas ganhou força no debate público norte-americano depois do massacre de Orlando, ocorrido na madrugada do dia 12 deste mês, quando um atirador entrou na Boate Pulse, na cidade da Flórida, e matou a tiros 49 pessoas e feriu 53. Antes e durante o atentado, Omar Mateen fez algumas ligações para a polícia em que jurou fidelidade ao Estado Islâmico e se declarou "soldado do Islã".  

No dia seguinte ao atentado, o presidente Obama criticou a venda livre de armas e defendeu um controle para evitar ataques terroristas. O Senado examinou o assunto em sessão na segunda-feira (20). As propostas discutidas e rejeitadas – duas de senadores do Partido Democrata e duas de senadores do Partido Republicano – incluíam a exigência de verificação dos antecedentes dos compradores de armas e a proibição de venda de armamentos para pessoas que estejam em uma lista de suspeitos por ligações com o terrorismo, elaborada pelo FBI.

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