Mídia: Alargamento do canal do Panamá será revolucionário para comércio mundial

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O alargamento total do canal do Panamá, cuja nova inauguração está prevista para 26 de junho, poderá ter enorme importância para o comércio internacional no longo prazo, escreve o jornal americano Wall Street Journal.

A modernização do canal coincide com o período em que a indústria naval enfrenta uma recessão. O canal do Panamá, que responde por cerca de um terço do volume total do comércio entre a América e a Ásia, não tinha outra escolha: as companhias de navegação usam cada vez menos navios, mas de dimensão muito maior do que antes.

Após nove anos de modernização, que custaram $ 5,4 bilhões (R$ 18,4 bilhões), a capacidade do canal do Panamá vai aumentar mais do que duas vezes, segundo o Wall Street Journal. Navios que têm até 14.000 contêineres a bordo podem passar agora pelo canal.

Assim, o canal do Panamá já pode competir com o canal de Suez, no Egito. Segundo as previsões de especialistas, até 10% do valor total do comércio entre a Ásia Oriental e os EUA poderiam ser dirigidos da costa oeste para o leste dos EUA até 2020. Incluindo um dos principais produtos transportados através do canal do Panamá — o gás de petróleo liquefeito.

No entanto, agora é duvidoso que a modernização do canal do Panamá seja a salvação da indústria naval, adverte o Wall Street Journal. Nem todos os portos da costa atlântica americana, que investiram bilhões de dólares no desenvolvimento da sua infraestrutura, terão lucros garantidos.

​Anteriormente, o presidente do Panamá Juan Carlos Varela tinha convidado o seu homólogo russo Vladimir Putin a participar da cerimônia de abertura do Canal do Panamá renovado no dia 26 de junho de 2016.

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