Departamento de Estado dos EUA pediu cautela aos cidadãos norte-americanos na Ucrânia

© AFP 2022 / YURIY DYACHYSHYNBandeira ucraniana durante comício em Lvov (Noroeste do país) em 19 de fevereiro de 2016, dois anos depois do início do golpe de Estado
Bandeira ucraniana durante comício em Lvov (Noroeste do país) em 19 de fevereiro de 2016, dois anos depois do início do golpe de Estado - Sputnik Brasil
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Cidadãos norte-americanos devem manter cautela ao viajar para Ucrânia, alerta o Departamento de Estado dos EUA.

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“A situação na Ucrânia é imprevisível e pode mudar rapidamente. Cidadãos americanos em toda a Ucrânia devem evitar multidões e estarem prontos para permanecer abrigados, em caso de protestos ou manifestação”, informa o comunicado do órgão.

Um alerta especial foi feito aos norte-americanos que se encontram nas regiões de Lugansk e de Donetsk. O órgão destaca que a embaixada e o consulado dos EUA em Kiev “em face dos distúrbios que se seguem, ficaram limitadas as viagens dos funcionários americanos a Donetsk, Lugansk e Crimeia, bem como para as regiões próximas”.

“Assim, a capacidade da embaixada em oferecer os serviços consulares, incluindo suporte em situações de emergência, para cidadãos americanos no Leste Ucraniano e na Crimeia está extremamente limitada”, avisa o Departamento de Estado.

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O Departamento de Estado não recomenda que os cidadãos norte-americanos viagem para as regiões acima citadas pelo território da Rússia, o que violaria o regime de vistos da Ucrânia. 

O comunicado é uma prorrogação de aviso semelhante, publicado em 14 de dezembro de 2015.

O governo da Ucrânia, em abril de 2014, iniciou uma operação militar contras as autoproclamadas repúblicas populares de Lugansk e de Donetsk, que declararam independência depois de um golpe de Estado, ocorrido em fevereiro de 2014.

Segundo os dados da ONU, mais de 9 mil pessoas morreram durante o conflito.

A normalização da crise na região de Donbass esta sendo discutida, entre outros formatos, durante uma série de reuniões em Minks, pelo grupo de contato, que, desde setembro de 2014, já aprovou três documentos que regulamentam os passos para a resolução do conflito. No entanto, mesmo depois da assinatura de acordos de cessar-fogo, as partes do conflito, com frequência, violam o regime de trégua.

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