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Analista do The Week supõe como poderia ser uma guerra entre OTAN e a Rússia

© AFP 2021 / Vano ShlamovSoldado estadunidense segura lança-foguetes durante os exercícios militares conjuntos Noble Partner 2016 em Tbilisi, Geórgia, em 14 de maio, 2016
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De acordo com o analista da edição The Week, Kyle Mizokami, um conflito militar entre a Rússia e a OTAN pode acabar em guerra nuclear.

Recentemente, o vice-secretário adjunto da Defesa dos EUA para assuntos da Rússia, Ucrânia e Eurásia, Michael Carpenter, proferiu um discurso no Congresso, concordando com a conclusão de pesquisadores de centro estratégico, de acordo com o qual Moscou pode derrotar rapidamente a OTAN e capturar os Países Bálticos no prazo de alguns dias.

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O relatório menciona não apenas a proximidade geográfica da Rússia, mas também a vantagem numérica, pois o país tem 46 batalhões na região, contra os 11 bálticos, informa o artigo.

O autor especifica que, segundo a teoria militar, a supremacia numérica de três para um dá uma chance de vitória.  Atualmente, na região báltica esta proporção é de um para quatro. Em caso de ameaça real, os países da OTAN podem enviar apenas oito batalhões no máximo. Além disto, a OTAN tem planos para deslocar quatro batalhões mecanizados e de tanques para a fronteira oriental da Aliança.

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A modernização de grande escala das Forças Armadas da Rússia, iniciada em 2014, se tornou uma causa adicional para preocupações no estado-maior da OTAN. Moscou tenciona substituir 70% do equipamento soviético, que já está envelhecido, por equipamento novo até ao ano de 2020, e prestar mais atenção a uma melhor preparação do pessoal, escreve o The Week.

Como conclusão, Mizokami destaca que a maior ameaça para a OTAN não é uma derrota pela Rússia, mas o conflito poder passar para uma guerra nuclear de grande escala. Se supusermos que Moscou comece perdendo, eles poderiam usar armas nucleares táticas, o que, por seu turno, causaria uma escalada ulterior.

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