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Príncipe saudita pede encontro com Ban Ki-moon sobre Iêmen e lista negra

© AFP 2021 / ALAIN JOCARD Ministro da Defesa da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman bin Abdul Aziz al-Saud
Ministro da Defesa da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman bin Abdul Aziz al-Saud - Sputnik Brasil
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O vice-príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman solicitou um encontro com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para falar sobre a situação do Iêmen, em meio a tensões provocadas após a inclusão e retirada de Riad e sua coalizão militar de uma lista das Nações Unidas de responsáveis pelo assassinato em massa de crianças.

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Salman é esperado em Nova York, cidade-sede da ONU, na próxima terça-feira, onde se encontrará com empresários.

"Um pedido oficial chegou ao escritório do secretário-geral para um encontro com o vice-príncipe herdeiro e, assim que pudermos confirmar alguma coisa, vamos confirmar", declarou nesta sexta-feira o porta-voz da secretaria-geral da Organização das Nações Unidas, Stéphane Dujarric. 

No último dia 2, Ban Ki-moon colocou a coalizão militar liderada pela Arábia Saudita no Iêmen na lista anual de responsáveis pela morte de crianças, apresentado um informe que denunciava atrocidades cometidas por Riad e seus parceiros, acusados de responder por 60% das 785 mortes registradas ao longo do último ano no país, inclusive com ataques diretos contra escolas e hospitais. Quatro dias depois, no entanto, a medida foi revogada pelo próprio secretário-geral da ONU e a coalizão saudita foi retirada da lista, após supostas ameaças de que Riad deixaria de financiar importantes programas das Nações Unidas. 

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A decisão de retirar a Arábia Saudita dessa lista negra, em caráter temporário, segundo a organização, foi seguida de protestos por diversos grupos internacionais de defesa dos direitos humanos, como a Anistia Internacional, o Human Rights Watch e a Oxfam, que continuam pressionando a ONU para voltar atrás.

Em 8 de junho, o embaixador saudita Abdallah Al-Mouallimi enviou uma carta a Ban Ki-moon pedindo que o secretário e as Nações Unidas revessem detalhes de suas fontes de informações sobre violações dos direitos das crianças durante conflitos armados. De acordo com Stéphane Dujarric, essa carta ainda não foi respondida.

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