Casa Branca, Google e China

© Sputnik / Sergei Pyatakov / Abrir o banco de imagensO fundador do WikiLeaks, Julian Assange, participa do Fórum Internacional da Mídia em 7 de junho de 2016
O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, participa do Fórum Internacional da Mídia em 7 de junho de 2016 - Sputnik Brasil
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Em sua intervenção no Fórum Internacional da Mídia em Moscou, o fundador do WikiLeaks disse que a empresa Google mantém fortes laços com o governo dos EUA e favorece, especialmente, a campanha da exceção.

Julian Assange participou do evento em Moscou a partir do seu asilo temporário na embaixada do Equador em Londres, via uma conferência em vídeo. A sua fala aconteceu um pouco mais de uma hora depois da intervenção do presidente russo, Vladimir Putin.

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"O Google é estreitamente integrada com o poder em Washington, no nível pessoal e no nível de negócios… O Google, que tem estado incrementando o controle sobre os canais de distribuição <…> está se tornando intensamente se alinhando, ela mesma, com o excecionalismo estadunidense", frisou o "whistleblower" australiano.

Para Assange, a gigante informática representa, no momento, uma espécie de "tradicional poder estatal dos EUA", trazendo como exemplo o ex-diretor da empresa, Eric Schmidt, que está agora chefiando o departamento de inovação do Pentágono.

Aliás, há um "parceiro" político da Google que Julian Assange indica. É a pré-candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton. Para o fundador do WikiLeaks, trata-se de um favor mútuo.

Além de "parceiros", há "rivais". O principal deles é a China, diz Assange.

© Sputnik / Aleksei Kudenko / Abrir o banco de imagensJulian Assange participou em formato vídeo do Fórum Internacional da Mídia em 7 de junho de 2016
Julian Assange participou em formato vídeo do Fórum Internacional da Mídia em 7 de junho de 2016 - Sputnik Brasil
Julian Assange participou em formato vídeo do Fórum Internacional da Mídia em 7 de junho de 2016

Corporações

Além disso, Julian Assange denunciou uma "fusão" entre as corporações e o Estado.

"80% do orçamento da Agência Nacional de Segurança [NSA] é privado", foram as suas palavras, seguidas por uma frase um pouco inquietante: "[A NSA] é o núcleo do Estado profundo dos EUA… Houve um alinhamento entre o governo e as corporações".

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