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Juncker visita à Rússia mas nega que UE queira levantar sanções

© AFP 2021 / Emmanuel Dunand Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia
Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia - Sputnik Brasil
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A participação de Jean-Claude Juncker no Fórum Econômico Internacional em São Petersburgo (SPIEF) não significa que os europeus queiram revogar as sanções antirrussas, escreve o jornal russo Kommersant citando o próprio Juncker.

Em 30 de maio o presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker aceitou o convite para visitar o SPIEF. A informação foi também confirmada pelo porta-voz do presidente russo Dmitry Peskov.

“A minha visita a São Petersburgo, que tem um caráter mais econômico do que político, não servirá para a UE anunciar qualquer  tipo de mudança em relação à Rússia”, notou.

Presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
Washington e Bruxelas preocupadas com viagem do presidente da Comissão Europeia à Rússia
Enquanto isso, Juncker sublinhou também que as medidas restritivas em relação à Rússia continuarão em vigor até à implementação completa dos Acordos de Minsk.

A União Europeia e os Estados Unidos, após decretarem sanções contra certas personalidades e empresas russas, passaram a medidas restritivas contra os setores inteiros da economia. Em resposta, a Rússia restringiu as importações de produtos agrícolas aos países que introduziram sanções contra ela.

As sanções foram decretadas pela alegada participação russa no conflito interno na Ucrânia. Mas Moscou tem várias vezes declarado que não tem nada a ver com isso e só está interessada na pacificação da situação no país vizinho.

Bandeira da UE - Sputnik Brasil
Se UE revisar sanções, Moscou fará o mesmo
A Ucrânia, por sua vez, passou por um golpe de Estado apoiado pelos EUA em fevereiro do ano passado. Depois da troca ilegítima de poder, a população da península da Crimeia decidiu, em referendo, se separar do país e se reintegrar à Federação Russa. Desde então, Moscou tem sido tornou alvo de sanções ocidentais, sendo acusada de interferir no conflito interno ucraniano e de ter “invadido” a península no mar Negro.

As sanções visavam agravar a situação na Rússia, mas vários especialistas já têm notado que é a própria Europa que sofre com elas e com o embargo declarado por Moscou em resposta. O SPIEF do ano passado mostrou que a situação também é contrária aos objetivos dos países que declaram as sanções: este evento de três dias não só contou com um número recorde de participantes, mas também resultou em contratos no valor de mais de 5 bilhões de dólares.

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