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Governador em exercício do Rio defende pena de morte para crimes de estupro

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O Governador em exercício do Rio, Francisco Dornelles se manifestou para a imprensa sobre o caso de estupro coletivo envolvendo uma jovem de 16 anos, na Zona Oeste do Rio, e defendeu a pena de morte para esse tipo de crime.

Francisco Dornelles disse ter pedido à chefia de Polícia Civil prioridade para o caso, que segundo o governador em exercício desonrou o Rio.

“Eu considero o crime de estupro, o mais hediondo dos crimes. Se dependesse de mim, ele seria punido com a pena de morte. É um crime horrível. Eu estive com Fernando Veloso (Chefe da Polícia Civil RJ) e pedi que o estado fosse profundo, para tomar todas as medidas e uma punição a mais violenta possível contra essas pessoas que desonraram o Estado do Rio de Janeiro.”

OAB - Sputnik Brasil
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Três Comissões da OAB acompanham o caso da adolescente vítima de estupro coletivo

Após reunião com o Secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, o Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes também conversou com a imprensa sobre o caso de estupro ocorrido no Rio. O Ministrou defendeu uma proposta para endurecer a progressão de pena nos casos de crime de estupro no país.

“O estupro já é uma das penas mais altas do Código Penal. Já é um crime hediondo, que só possibilita a progressão após o cumprimento de 3/5, e agora vamos propor como Ministro da Justiça um endurecimento, não necessariamente nas penas. É mais um endurecimento no regime de progressão das penas. Não é razoável, que alguém que estupre, mesmo já sendo um crime hediondo com 3/5 possa ter progressão de regime.”

Polícia Civil do Rio confirma em coletiva, que houve estupro coletivo - Sputnik Brasil
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'Houve estupro sim', afirma delegada no caso que envolve jovem, de 16 anos no Rio

Em coletiva à imprensa na segunda-feira (30), a Delegada Cristiana Bento, que passou a investigar o caso da jovem, de 16 anos, ocorrido na Zona Oeste do Rio, afirmou que a adolescente foi vítima sim de estupro coletivo e que o vídeo divulgado nas redes sociais comprova o crime.

Dois suspeitos do estupro já estão presos e mais um foi identificado. A polícia procura ainda outros quatro homens suspeitos de participação no crime e que também tiveram a prisão temporária decretada. 


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