Lavrov coloca os pingos nos is na disputa das ilhas Curilas

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A Rússia não planeja ceder as ilhas Curilas ao Japão e não vai "implorar" Tóquio para ter um acordo de paz após a Segunda Guerra Mundial, disse o chanceler russo, Sergei Lavrov, na terça-feira (31).

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A disputa territorial sobre as ilhas Curilas, nomeadamente as reivindicações de Tóquio para quatro ilhas que dividem o mar de Okhotsk do oceano Pacífico, tem impedido a Rússia e o Japão de assinar um tratado de paz depois da Segunda Guerra Mundial.

O Japão reivindica quatro ilhas do arquipélago das Curilas nos termos de um tratado bilateral de 1855 e impõe como condição para a conclusão do tratado de paz a devolução desses territórios por parte da Rússia. No entanto, Moscou argumenta que as ilhas disputadas passaram a fazer parte da União Soviética após a Segunda Guerra Mundial, de modo que a soberania russa sobre elas tem base jurídica internacional e não pode ser questionada ou ser sujeita a revisão.

"Nós não o fazemos e não vamos fazê-lo, não vamos ceder as ilhas Curilas e não vamos implorar o Japão por um acordo de paz", disse Lavrov, em uma entrevista à edição russa kp.ru.

Após uma reunião com o presidente russo, Vladimir Putin, no início de maio, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, disse que ele sugeria uma nova abordagem para a disputa das ilhas Curilas.

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