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França toda fica paralisada com atos de sindicatos

© AFP 2021 / CHARLY TRIBALLEAUProtestos na França, 26 de maio, 2016
Protestos na França, 26 de maio, 2016 - Sputnik Brasil
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Transportes públicos, usinas nucleares e de refinaria deixaram de funcionar no resultado de mobilizações e protestos contra o projeto das leis do trabalho que acontecem na França hoje (26).

O grau mais forte de dano de manifestações é registado no ocidente do país.

O dia 26 de maio de 2016 fica marcado por uma onda de novos protestos contra as leis do trabalho que abranjam o território de todo o país. Paris, Nantes, Rennes, Marselha-em cada cidade se revelam as consequências de manifestações.

​A região oriental da França é novamente afetada por esta jornada nacional das ações organizadas pelos vários sindicatos franceses: CGT, FO, Solidaires, FSU, Unef, Fidl-Unl, que organizaram os bloqueios nas ruas da cidade de Caen e bloquearam o funcionamento do terminal de ônibus.

Arredores de Havre, as pontes sobre o rio Sena nas cidades de Normandia e de Tancarville estão bloqueadas. Centenas de manifestantes saíram nas ruas, protestando contra a chamada lei El-Khomri, promovida pela ministra do Trabalho, Myriam El-Khomri.

​Cerca de 300 manifestantes tinham bloqueado a ponte na região de Normandia, bloqueando o tráfego.

​Aproximadamente 3 mil manifestantes saíram na autoestrada A20 na cidade de Limoges.

​Na cidade de Rennes, segundo a informação da prefeitura, cerca de 1.500 pessoas estão participando na marcha contra a lei do trabalho. Cerca de 200 pessoas bloquearam o terminal principal de ônibus.

​Mais de 1.000 pessoas manifestantes estão participando nos protestos no sul do país, os representantes do sindicato CGT tinham bloqueado postos de gasolina nas cidades de Ajaccio e de Bastia.

​Foram registados também vários incidentes. Um caminhão tentou passar uma barragem ferindo um manifestante.

​A mobilização contra a lei do trabalho está acontecendo por mais de um mês e abrange o território do todo o país. Nesta quinta-feira cerca de 128 mil manifestantes (segundo a informação da polícia) e 400 mil (segundo os sindicatos) saíram às ruas.

Manifestações e protestos se transformam em motins em quase todos os lugares: os jovens estão quebrando as janelas de bancos, lojas, departamentos e de empresas de seguros. Polícia responda a essas ações com o uso do gás lacrimogêneo.

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