China planeja espalhar usinas nucleares pelo mundo

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Daqui a pouco Pequim visa construir centrais nucleares. O governo chinês quer atingir o primeiro lugar pelo número das construções de usinas nucleares e isso preocupa os especialistas, porque conforme eles, no ramo da energia nuclear aquele jeito pode levar a um risco e influenciar sobre solidez dos objetos erguidos.

Voltaram a falar sobre estes riscos depois que foi revelado que o gigante nuclear da China China National Nuclear Corp (CNNC) tem planos de construir no Sudão a primeira usina nuclear. Sobre a celebração do contrato de quadro informou a agência chinesa Xinhua.

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Os chineses vão montar os seus próprios reatores nucleares Hualong-1 (palavra que pode ser traduzida como "Dragão Chinês"). De acordo com o presidente da companhia para conquistar o mercado de energia nuclear o país quer levar a venda anual de Hualong-1 até 30 antes de 2025. Além do Sudão, vários países já assinaram um acordo com a China, entre eles a Arábia Saudita, a Argentina, o Quênia e o Brasil. A China vai cooperar não só com os países em desenvolvimento. A CNNC tenciona também colaborar com a França e o Reino Unido.

Mas a construção assim energética dos objetos nucleares pode afetar a sua segurança, acreditam alguns especialistas.

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Apesar dessas preocupações, o Sudão esperam ansiosamente pelo início das obras de construção. O acordo foi assinado, pelo ministro das finanças e planejamento econômico do Sudão, Badr-Eddin Mahmoud, que acredita no que este projeto abre uma nova página na história da cooperação entre os dois países.

O presidente do Centro analítico russo-chinês, Sergei Sanakoev compartilhou a sua opinião com a Sputnik:

"Não é correto acusar a China da vontade de expandir a sua esfera de influência e considerar que eles constroem de modo forçado em algum lugar as usinas nucleares. É o país que decide quem erguerá e onde serão construídos os objetos".

"Tendo em conta que eu observo na China hoje em dia, posso dizer, que será melhor se os centros nucleares forem construídos pelos chineses do que pelos europeus do presente. Será mais seguro assim", ressalta Sanakoev.

Segundo o especialista, todos os países agem desse jeito: tentam a implantar as suas tecnologias e ainda querem ganhar com eles, a China não é exceção.

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