Política das sanções não funciona: investidores mantêm interesse pela Rússia

© Sputnik / Aleksei Kudenko / Abrir o banco de imagensUma sessão do Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (SPIEF), os representantes do setor de negócios, 2016
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Os principais investidores dos EUA vão visitar o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo 2016 (SPIEF), apesar de avisos por parte das autoridades dos EUA, comunica vice-chefe da seção econômica da Embaixada da Rússia nos EUA, Grigory Zasypkin.

“Os homens de negócios devem fazer tudo o que eles pensam ser preciso. O que não é proibido é permitido. Segundo a nossa informação os investidores principais da Rússia vão assistir ao fórum. E aí serão apresentadas também empresas americanas. E então vamos dizer que não acontecerá nenhuma desconsideração. As empresas que são interessadas serão apresentadas em qualquer caso. Nenhuma coisa impedirá isso”, disse ele nas margens do fórum econômico Doing Business with BRICS (fazer negócios com os países do BRICS) em Washington.

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O representante oficial do Departamento do Estado dos EUA tinha comunicado à agência Sputnik mais anteriormente que a posição dos EUA sobre a participação das empresas norte-americanas neste fórum é firme. Ele tinha acrescentado que o retorno ao processo de negócios normal com os EUA é impossível, pelo menos até o cumprimento pleno de acordos de Minsk.

“A reação foi previsível. Eles já tinham proclamado, estão proclamando e vão proclamar no futuro que eles vão ignorar grandes iniciativas, primeiramente. Isto não foi nenhuma surpresa para nós. O que se refere ao processo de negócios, acreditamos que isso não é uma posição correta. São os homens de negócios que devem decidir, sem pressão. Há as sanções, há estas coisas, por assim dizer, codificadas. Mas há também essa atmosfera psicológica, que não corresponde ao jeito americano, onde é preciso separar econômica e politica”, disse Zasypkin.

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As relações entre a Rússia e o Ocidente se deterioraram por causa da situação na Ucrânia. A UE e os EUA aplicaram sanções pontuais contra certos indivíduos e empresas da Rússia. Em seguida, foram introduzidas medidas restritivas em relação aos setores inteiros da economia russa. Em resposta, a Rússia restringiu a importação de produtos alimentares de países que impuseram as sanções. Moscou tem afirmado repetidamente que não ter interferido no conflito interno ucraniano e estar interessada na resolução pacífica do conflito.

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