Terroristas fogem sem lutar dos ‘Falcões de Rutba’ na fronteira com Jordânia

© AFP 2022 / MOADH AL-DULAIMIAs forças governamentais no Iraque monitoram as ruas
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O assessor de segurança do governador da província iraquiana de Anbar, Dalaf al-Kubeisy, contou à agência de notícias Sputnik nessa quinta-feira (19) que o exército e as milícias armadas do Iraque começaram a desativar as minas nas zonas limpas do Daesh nos arredores da cidade de Rutba.

"Nossas forças controlam a rodovia que liga Iraque e Jordânia e o posto de controle Tarbil na fronteira com o reino da Jordânia. Nos próximos dois dias toda a estrada vai ser limpa de minas" afirmou o assessor.

No que se refere às áreas da fronteira com a Síria, al-Kubeisy explicou que os sapadores só começariam a desminagem das casas depois de o exército verificar que não haja militantes escondidos nos prédios.

"Com a primeira oportunidade, a polícia de Rutba voltará à cidade para registrar os refugiados, que começam a voltar", disse al-Kubeisy.

A Sputnik obteve imagens exclusivas das zonas iraquianas libertadas do Daesh na fronteira com a Jordânia, onde o primeiro regimento dos "Falcões de Rutba" levantou a bandeira nacional do país.

Os militantes do Daesh cederam a cidade de Rutba e os seus arredores praticamente sem luta, incapazes de resistir ao exército e à milícia iraquiana. Durante a semana passada, os terroristas fizeram cinco tentativas de infiltrar homens-bomba nas forças armadas iraquianas, mas todos os cinco terroristas fracassaram. 

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A retomada de posto de controle Tarbil e a fuga dos terroristas da fronteira permitira abrir a ligação rodoviária e o comércio entre o Iraque e Jordânia.

O Daesh, grupo terrorista de tendência islamista radical, surgiu em 2013 como “Estado Islâmico do Iraque e do Levante”, se tornando em menos de dois anos reconhecido como uma ameaça séria à segurança internacional. Os seus principais lugares de ação são partes do Iraque e da Síria, onde o grupo – reconhecido como terrorista pela ONU e proibido em uma série de países, inclusive na Rússia, – agravou a guerra civil que dura desde 2011.

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