Propaganda anti-Rússia ‘chegou a um impasse’

© Sputnik / Aleksei Kudenko / Abrir o banco de imagensRepresentante oficial do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova, durante a entrevista coletiva da chancelaria, 4 de fevereiro de 2016
Representante oficial do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova, durante a entrevista coletiva da chancelaria, 4 de fevereiro de 2016 - Sputnik Brasil
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A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova, tem a certeza de que a votação do Conselho Regional de Veneto, Itália, de uma resolução contra as sanções anti-Rússia mostra que o processo de propaganda anti-russa chegou a um impasse.

Hoje, quarta-feira (18), o Conselho Regional de Veneto, na Itália, deve votar a questão do reconhecimento da Crimeia como parte da Federação da Rússia e o levantamento das sanções anti-Rússia. Assim, Veneto pode se tornar a primeira região europeia a reconhecer o novo status da península.

"Tanto a votação sobre a resolução no Conselho Regional de Veneto como outros processos políticos como pesquisas de opinião ou o referendo na Holanda mostram que o processo de propaganda anti-Rússia no contexto da Ucrânia não só chegou a um impasse, mas também começa se desenvolvendo numa direção oposta e funcionando contra aqueles que a iniciaram. E isto é só o começo”, disse Zakharova ao jornal russo Izvestiya em uma entrevista.

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Segundo a porta-voz da chancelaria russa, a Europa difere daquela que ocorreu dois anos atrás, tendo em conta os fatores como a crise síria, a situação na Oriente Médio, na Ucrânia, a interferência dos EUA nos assuntos internos nem só da Ucrânia. 

De acordo com o diplomata, neste contexto ocorreu “uma verdadeira perda de soberania europeia na política externa”.

A União Europeia e os seus aliados introduziram as sanções contra a Rússia desde 2014, a acusando do envolvimento no conflito na Ucrânia. Moscou tem repetidamente negado as acusações e introduziu as contramedidas em agosto de 2014, que proíbem certas importações de produtos alimentares dos países que impuseram restrições contra Rússia.

No mês passado, a câmara baixa do parlamento francês apoiou por maioria de votos uma resolução, embora não juridicamente vinculativa, que chamava a levantar as sanções impostas à Rússia.

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