Enquanto os EUA querem fatia do bolo iraniano, Rússia e China recebem apoio

© AP Photo / Ebrahim NorooziIran's President Hassan Rouhani gestures at the conclusion of his press conference, in Tehran, Iran, Sunday, Jan. 17, 2016. The implementation of a historic nuclear deal with world powers is expected to pave the way for a new economic reality in Iran, now freed from harsh international sanctions
Iran's President Hassan Rouhani gestures at the conclusion of his press conference, in Tehran, Iran, Sunday, Jan. 17, 2016. The implementation of a historic nuclear deal with world powers is expected to pave the way for a new economic reality in Iran, now freed from harsh international sanctions - Sputnik Brasil
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Os empresários europeus estão ansiosos por cooperar com o Irã depois da abolição das sanções antinuclear, entretanto, segundo alguns fontes, desafiar a posição da Rússia e China não será “uma manobra fácil”.

“O bolo é bastante grande, cada um quer uma fatia”, escreve o site australiano The Conservation em relação ao mercado iraniano.

Entre os que estão prontos a investir estão o gigante industrial alemão Siemens, a petrolífera Shell e os fabricantes automóvel Peugeot e Renault, bem como o Airbus Group. Além disso, a mídia detalhou visitas do primeiro-ministro italiano Matteo Renzi ao Irã no mês passado, que foi acompanhado por empresários do setor da energia, defesa e transporte, e da alta representante da UE Federica Mogherini acompanhada por representantes de negócio e por sete comissários da UE.

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Todas estes sinais significam o grande interesse da restauração dos laços económicos com o Irã.

No entanto, há certos obstáculos que põem a Europa como o desfavor em relação à Rússia e China, dois países que têm beneficiado das sanções e agora estão bem posicionadas no mercado iraniano.

A China tem fornecendo mercadorias que o Irã não podia receber mais do Ocidente.

“Sem perder tempo, o líder chinês visitou o Irã em janeiro assinando “a abrangente parceria estratégica” e anunciando 17 acordos de setores da energia, indústria e comércio”, diz The Conversation.

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O Irã é importante para a iniciativa da China “Uma Correia, Um Passeio” que juntará o mercado chinês com a Ásia Central e o Oriente Médio.

No que se refere aos interesses da Rússia, estes estão concentrados na venda de armas e indústria nuclear e em ganhar uma posição mais forte na região.

Então, “este é um desafio difícil para o comércio europeu”, conclui a mídia.

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