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Advocacia-Geral da União pode entrar com novas ações no STF

REPORTAGEM AGU X STF 2 DE 15 04 16
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Depois de apresentar argumentos de defesa da Presidenta Dilma Rousseff no plenário da Câmara na manhã desta sexta-feira(15), o ministro da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo admitiu em coletiva à imprensa que o governo pode entrar com novas ações junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar o processo conduzido pela Casa.

Plenário da Câmara discute impeachment - Sputnik Brasil
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Ao vivo: discussão do relatório que recomenda abertura do processo de impeachment
Uma das questões colocadas em foco pelo ministro é a exposição feita pelo jurista Miguel Reale Júnior, que o antecedeu na tribuna, dos pontos do pedido que culminou no processo de impeachment. “Vamos analisar a acusação do jurista Miguel Reale Júnior”, afirmou.

Segundo José Eduardo Cardozo, a Advocacia-Geral da União vai solicitar as notas taquigráficas para analisar o discurso de Reale Júnior, que se baseou na Operação Lava-Jato e nas contas de 2014.

Cardozo quer evitar que, nos discursos e manifestações que antecedam a votação do impeachment, prevista para acontecer no domingo (17), acusações não incluídas no pedido de impedimento ganhem espaço e induzam o resultado, sem que a defesa da Presidenta possa ou esteja preparada para contra-argumentar. “Se entendermos que existe alguma questão que exija ajuizamento imediato, vamos fazer”, argumentou Cardozo.

Miguel Reale Júnior também falou com a imprensa após deixar o Plenário e reafirmou que houve crime de responsabilidade por parte do governo Dilma. "O Brasil entrou no cheque especial, ficou na lona. Começou o processo inflacionário e o brasileiro tem perda de seu salário. Isto é consequência da pedalada", afirmou.

O jurista ainda disse que o governo “não tem mais cartas na manga”, e que o processo agora está nas mãos dos deputados “que estão sensíveis à população”.

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