Daesh destrói grande monumento histórico de 2 mil anos no Iraque

© AP Photo / Militant website via APFILE - In this photo released on April 25, 2015, by a militant website, which has been verified and is consistent with other AP reporting, young boys known as the "lion cubs" hold rifles and Islamic State group flags as they exercise at a training camp in Tal Afar, near Mosul, northern Iraq
FILE - In this photo released on April 25, 2015, by a militant website, which has been verified and is consistent with other AP reporting, young boys known as the lion cubs hold rifles and Islamic State group flags as they exercise at a training camp in Tal Afar, near Mosul, northern Iraq - Sputnik Brasil
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O grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico) destruiu no início desta semana um importante monumento histórico construído há cerca de 2 mil anos próximo à cidade de Mosul, no Iraque, e conhecido como Portão de Deus.

Segundo informou o jornal Independent, citando por fonte o Instituto Britânico para o Estudo do Iraque, o portão foi erguido na estrada que levava para a antiga cidade assíria de Nínive.

A fonte da publicação confirmou a informação de que o monumento arquitetônico foi atacado pelos combatentes do Daesh. O centro de arqueologia do Iraque, no entanto, ainda não pôde confirmar se o artefato foi realmente completamente destruído.

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Os terroristas islâmicos vêm realizando uma série de ataques contra templos religiosos de outras culturas e executando minorias étnicas no Iraque e na Síria.

O grupo sunita também tomou o controle sobre diversas cidades históricas, entre elas Palmira, incluída na lista de patrimônios culturais da humanidade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

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Durante o período em que o Daesh ocupou esta cidade, foi destruído um templo do século 18 e o arco do triunfo da era romana. O anfiteatro da mesma época foi usado pelos militantes para execuções públicas. Agora, a maior parte da cidade está em ruínas.

Além de promover a destruição de muitos dos monumentos dessas cidades, Daesh também tem usado os artefatos históricos para ganhar dinheiro. Dados recentes mostraram que no ano passado o grupo recebeu cerca de $200 milhões com a venda desses valiosos itens no mercado negro.

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